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Synopsis

“Há um mundo bem melhor, todo feito pra você, é um mundo pequenino, que a ternura fez.” (Rogério Cardoso)

“Hespérides” era um dinossauro muito sapeca que queria conhecer tudo, principalmente o Jardim do Éden, onde era proibida a entrada de dinossauros devido aos seus tamanhos e pesos, para não destruírem a linda paisagem das mais belas árvores com flores e muitos, muitos frutos. Aquele jardim era o Paraíso!

Assim com a sua aguçada curiosidade de dinossauro bebê, “Hespérides” queria provar o sabor das cores das flores e frutos: O amarelo da banana, o laranja dos caquis e damascos, o branco das flores das laranjeiras, o roxo e o rosa das flores dos ipês… Mas como? Se dinossauros não adentravam o Jardim do Éden. De uma forma inusitada ele conseguiu, mas faltava saborear uma cor… Qual seria? O vermelho das maçãs?

Simbora ler a magia deste conto infantil aprendendo com “Hespérides” que os conselhos maternos perseguem bem de perto os sonhos que ousamos sonhar e realizar!


Chapter Um

Na Era do Dino

– Hespérideeeessss!!!!! Afaste-se já da cerca do Jardim do Éden!!!
– Já estou indo mamãe!

Punk! Punk! Punk! Eram seus pesados passos rumo ao ‘Vale dos Dinossauros’. Hespérides subia a um pico à beira do vale e ficava ali a observar todo o vale e também as vermelhas maçãs do Jardim do Éden. Era o seu sonho comer uma! Umazinha só! Só para saber o sabor do vermelho, pois só comiam folhas verdes das árvores do Vale.

Certa vez, Hespérides arriscou se afastar do Vale dos Dinossauros em busca de aventuras. Chamou seus amigos e lá se foram sem a permissão dos pais. Quando estavam à beira de uma lagoa avistaram enormes flores amarelas na água e queriam muito provar o sabor do amarelo! Mas como? Eles não sabiam nadar. Só chegavam à beiradinha da água para beber litros e litros de água, porque pelos seus enormes tamanhos precisavam beber muita água! Hespérides esperto e traquino cuidou logo de dar um jeitinho de pegar uma flor amarela! Com sua enorme cauda e com muito cuidado puxou para a borda duas flores e quando iam comer, ouviram uma voz alta e tenebrosa:

– Como ousam tirar as minhas Vitórias daí?!

Com os olhos arregalados, viram emergir de dentro da lagoa, enorme dragão azul e antes que ouvissem mais vozes, correram de medo, correram muito mesmo! Quando estavam bem longe olharam para trás e não viram mais o dragão. A lagoa estava novamente calma refletindo a luz dourada do sol.
De volta ao vale, sua mãe perguntou:

– Hespérides por que se afastaram do Vale? Vocês ainda não têm idade para irem mais adiante.
– Não me afastei não mamãe!
– Hespérides! Não adianta mentir! Em sua calda há uma pétala de flor amarela!
– Ah… Uma pétala! – Hespérides admirou-se tirando a pétala cuidadosamente de sua calda, e quando ia levar à boca, sua mãe advertiu:
– Hespérides! Não! Não podemos comer flores da Lagoa Dourada.

Ele, então, guardou com muito carinho a pétala embaixo de uma pedra para assegurar que ela não voasse. Hespérides era muito romântico e como estava para anoitecer qual fazia todos os dias, subia ao pico do vale para ver o sol se por. Pássaros voavam em feliz algazarra sumindo por entre as nuvens que ficavam cor-de-rosa pelos últimos raios do sol poente. Logo vinha a lua grande e prateada e o céu salpicava-se de estrelas que iam faiscando… Hespérides tinha doces sonhos ao luar…
Certo dia ele sonhou que adentrava o jardim do Éden… Ele esticou, esticou o pescoço e quando ia comer uma maçã escutou forte e estrondosa voz:

– Como ousas comer o fruto proibido?!

Hespérides acordou assustado. Parecia que ainda ouvia aquela voz horripilante! Recordando o sonho, perguntou logo à sua mãe o que era o fruto proibido. E Calmamente sua mamãe explicou…

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Ana Cristina Fraga

Uberaba, brazil

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